quinta-feira, 19 de maio de 2016

H.A.A.R.P.



O projeto HAARP, traduzido como ”Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência” é uma investigação financiada pela Força Aérea dos Estados Unidos, a Marinha e a Universidade do Alasca com o propósito oficial de entender, simular e controlar os processos que acontecem na atmosfera que poderiam mudar o funcionamento das comunicações e sistemas de vigilância.

HAARP é um "bombardeiro" de ondas elétricas para aumentar a densidade do plasma da ionosfera, causando alterações meteorológicas. O Pentágono anunciou um novo experimento programado para o início de 2014. Na Bolívia, o Observatório de Tarija registrou manchas solares antes das inundações. Estaria esta onda de calor no Brasil e inundações no resto da América Latina ligado ao uso deste potente equipamento?



A transmissão de base HAARP está em Gakona, no Alasca, onde uma rede de 180 antenas instaladas apontadas para o céu, funciona como um transmissor de rádio de alta frequência poderosa capaz de produzir 10 megawatts de energia e alterar a camada de composição da ionosfera 50 km acima da superfície da Terra.  Em 1999, o Parlamento Europeu emitiu uma resolução onde afirmava que o Projeto HAARP manipulava o meio ambiente com fins militares. Em 2002, o Parlamento Russo apresentou ao presidente Vladimir Putin um relatório assinado por 90 deputados dos comitês de Relações Internacionais e de Defesa, onde alega que o Projeto HAARP é uma nova "arma geofísica", capaz de manipular a baixa atmosfera terrestre.




A Rede de Informação Humanitária para a América Latina e o Caribe (Redhum) identificou a Bolívia como zona especial de desastre climático na América do Sul, com cerca de 200 mil pessoas desabrigadas em áreas agrícolas devastadas por um colapso sem precedentes das bacias hidrográficas em toda Bolívia com dezenas de mortes, mas também destaca situação semelhante no Brasil, Peru, Paraguai, Argentina, Equador e Uruguai. Fabrizzio Txavarria Velasquez, membro do Centro Nacional para a Ciência da Bolívia (Cenic-B), garante que essa onda de inundações na América do Sul coincide com sinais de intensa atividade durante o mês de janeiro nas antenas do HAARP, um disparador de ondas eletromagnéticas localizado no Alaska que teria o poder de alterar o clima em pontos específicos do planeta,provocando desde inundações, furações, terremotos e tsunamis, até seca, ondas de calor e atividade vulcânica.


 

Toda esta "teoria da conspiração" parece inspirada no roteiro bem-humorado do filme "Superman III", a saga dirigida por Richard Lester em 1983, onde o comediante Richard Pryor é um gênio da computação desempregado que é contratado por um ganancioso capitalista para desenhar um programa conectado a um satélite, afim de alterar o clima em qualquer ponto do planeta, provocando um devastador furacão na Colômbia para destruir as plantações de café. Apenas Superman pôde impedir e reverter o desastre do terremoto no filme, usando seu super-fôlego para retroceder os ventos mortais.

Três décadas se passaram depois de filmar a comédia de Superman e a realidade parece ter superado a ficção. Mas, ao contrário do filme, no drama atual não há um super-herói para nos salvar.

Se está claro que as antenas HAARP estão emitindo feixes eletromagnéticos de alta frequência na ionosfera, alterando o clima nesta parte da América do Sul como um assalto no melhor estilo militar, causando inundações incontroláveis​​ com efeitos devastadores sobre a população civil e economia, vemos que uma nova forma de guerra está surgindo no mundo.





O HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program), Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência é um projeto de pesquisa criado em 1990 para monitorar mudanças nas ondas dentro dessa seção da atmosfera chamada ionosfera para absorver os raios ultravioleta do sol e transformando-os em íons e elétrons, transmissores de rádio e ondas telúricas, que podem ser modificadas artificialmente por descargas eletrostáticas para compactação e re-direcionar essas ondas para diversos fins.

A base de transmissão do HAARP se encontra instalada em Gakona, Alaska, onde uma rede de 180 antenas instaladas voltadas para o céu funciona como um transmissor de rádio de alta freqüência poderoso (capaz de produzir 10 megawatts de energia quando o sistema opera corretamente), que é usado para modificar as propriedades electromagnéticas, numa zona limitada da ionosfera. Os processos que ocorrem nessa área são analisados ​​por outros instrumentos, tais como radares UHF = VHF de som digital e magnetômetros de saturação e indução.


Em outras palavras, o HAARP é um "aquecedor ionosférico" que é utilizado para experimentar a modificação focada na turbulência do plasma (gás de baixa densidade em condições normais) contido na ionosfera, com o objetivo de aumentar a densidade do referido gás iônico. Quando a densidade desse gás aumenta, surgem turbulências e nuvens de plasma multicoloridas conhecidas como auroras.

Ou seja, o HAARP é capaz de produzir auroras artificiais na forma de nuvens de plasma com maior densidade em qualquer ponto do planeta que deseje o Pentágono. E portanto, pode também modificar o clima à sua vontade.


Oficialmente, o governo dos EUA, através da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada do Pentágono, criou o Haarp com o objetivo de estudar as propriedades da ionosfera e promover avanços tecnológicos que permitam melhorar - mediante descargas eletromagnéticas em sua base terrestre - sua capacidade de favorecer radiocomunicações e os sistemas de vigilância, criando um denso escudo antimíssil para bloquear possíveis ataques nucleares ou uma chuva de meteoritos.


 

A ionosfera - que é parte da atmosfera se encontra apenas a 50 km da superfície da Terra, protegendo o planeta da radiação cósmica-  contêm gases de baixa intensidade (plasma) ionizados pelo efeito da absorção das radiações solares de menor longitude de onda como os raios Gama Y raios X, tão energéticos que são capazes de desintegrar meteoritos que atravessam esta camada, dando lugar as chamadas estrelas cadentes. Esta "energia fria" da ionosfera possibilitou a invenção do forno de microondas doméstico.


As variações de onda dentro da ionosfera produzem também o fenômeno das auroras, ou seja, as transformações do gás ionizado de baixa densidade como efeito das variações na intensidade do vento solar. Daí que as auroras comuns e auroras boreais aparecem geralmente na transição da noite para o dia, quando as partículas elétricas do plasma ficam presas pelo campo magnético terrestre.

O plasma da ionosfera e suas oscilações elétricas na terra determinam as condições atmosféricas e meteorológicas do planeta, também exercem um impacto importante sobre as comunicações de rádio.


 

A ionosfera contribui essencialmente no deslocamento das ondas de rádio emitidas desde a superfície terrestre, o que possibilita que estas possam viajar grandes distâncias sobre a Terra, graças as partículas de íons (carregadas de eletricidade) presente nesta camada.


Consequentemente o HAARP tem como objetivo desenvolver tecnologias que permitam minimizar interferências nas frequências curtas de ondas de rádio e amplitude modulada aumentando a densidade do plasma ou gás ionizado, para assim melhorar o rendimento da radiocomunicação e os sistemas de navegação marítima e aérea que usam as frequências de rádio. O Pentágono considera que a melhora da radiocomunicação através do aumento da densidade do gás iônico (plasma) é também de suma importância militar. Em âmbito civil, emissoras internacionais, como a Voz da América (VOA) e a British Broadcasting Corporation (BBC), ainda utilizam a ionosfera para devolver os seus sinais de rádio para a Terra, possibilitando que seus programas possam ser ouvidos em todo o mundo.


 

Além disso, os sinais transmitidos a partir de satélites para a comunicação e navegação por satélite (não por rádio) devem atravessar a ionosfera. Irregularidades ionosféricas podem ter um impacto importante no rendimento e finalidade dos sistemas por satélites e televisivos, segundo explica o site do HAARP.


Chegando no início de 2014, a nova arma de guerra 
Menos de um ano atrás, no dia 25 de fevereiro de 2013, o Laboratório de Pesquisa Naval (NRL) , com sede em Mississippi, informou por um boletim publicado em seu site que seus pesquisadores ligados ao programa HAARP conseguiram produzir com êxito uma nuvem de plasma de alta densidade capaz de permanecer na atmosfera superior da Terra por uma hora.


 
 
De acordo com uma tradução da jornalista boliviana Silvia Antelo Aguilar, o relatório da NRL - agência da Marinha dos EUA associada ao Pentágono e o Centro Espacial Stennis ( SSC ) da NASA - explicou que "anteriormente já tinha conseguido criar nuvens artificiais de plasma cuja vida útil era de 10 minutos ou menos", disse Paul Bernhardt, físico que participa nesta investigação. "No entanto, a recentemente criada nuvem de plasma de alta densidade pôde ser mantida por uma hora".

O Laboratório Naval do Mississippi também revelou que para produzir aquelas luminescências semelhantes às auroras, as antenas terrestres do HAARP emitiram uma descarga de 3,6 megawatts contra a ionosfera, o equivalente a 45% da sua capacidade de bombardeio eletromagnético.


 

O experimento realizado em 12 de Novembro de 2012 tinha permitido aumentar a densidade de plasma a 9 x 105 elétrons por centímetro cúbico, o que permite um melhor fluxo de ondas de rádio, devido à compactação eletromagnética dos íons que formam a camada . Em um experimento anterior tinha alcançado uma densidade inferior a 4 x 105 elétrons por centímetro cúbico.

O próximo passo será elevar muito mais a densidade do plasma. O próximo experimento foi programado para os primeiros dias de 2014. Eu quero dizer agora.



Por que no Alasca?

A criação das instalações foi possível graças a uma parceria entre a Força Aérea Americana, A Marinha dos Estados Unidos e também da Universidade do Alasca. Esta última foi escolhida a dedo, graças à localização: a ionosfera sobre o Alasca é pouco estável, o que garante uma maior gama de condições para os estudos.
Outro fator que pendeu para que os pesquisadores escolhessem o Alasca é a ausência de grandes cidades nas proximidades. Assim, não há ruídos na captura de imagens e sinais, pois os sensores ficam localizados ao alto de algumas montanhas.  Também há informações de que este local sofreria o menor impacto ambiental entre as áreas candidatas a receber o HAARP.

Ionosfera: íons e mais íons

Esta faixa recebe este nome porque é bastante ionizada, ou seja, perde e ganha elétrons com facilidade, o que a deixa em constante carregamento elétrico. O grande agente ionizador da ionosfera é o sol, que irradia muita carga na direção da Terra, mas meteoritos e raios cósmicos também influenciam bastante na presença dos íons.
A densidade dos íons livres é variável e apresenta alterações de acordo com vários padrões temporais, hora do dia e estação do ano são os principais pontos de variação da ionosfera. Outro fenômeno interessante acontece a cada 11 anos, quando a densidade dos elétrons e a composição da ionosfera mudam drasticamente e acabam bloqueando qualquer comunicação em alta frequência.

Reflexão ionosférica

Há frequências de ondas que são, quase, completamente refletidas pela ionosfera quando aquecida pelas antenas HAARP. Os pesquisadores do HAARP pretendem provar que essa reflexão pode ser utilizada como um satélite para enviar informações entre localidades, facilitando as comunicações e também a navegação, melhorando os dispositivos GPS utilizados atualmente.
O problema é que ainda não se conhecem as reais propriedades da reflexão ionosférica. Além disso, há o fato de as propriedades da ionosfera se modificarem durante a noite, por exemplo, quando a altitude dela aumenta e as densidades ficam mais baixas. Essas variações tornam difícil uma padronização para o envio de ondas, independente do comprimento delas.

HAARP: um novo modo de estudo

Há várias formas de estudo das faixas da atmosfera terrestre. Para as camadas mais baixas, até mesmo balões podem ser utilizados para capturar dados sobre diferenças nas condições naturais. A camada de ozônio, por exemplo, é verificada com balões meteorológicos que realizam medições das taxas de radiação que ultrapassam pela atmosfera.
Por ficar muito mais acima, balões meteorológicos e satélites não podem ser utilizados para realizar medições e análises sobre a ionosfera. Por isso o HAARP é tão importante, já que utiliza a maneira mais eficiente de contatar o setor: antenas de emissão de ondas de frequência altíssima.
Os resultados são utilizados para entender como o sol influencia no sinal de rádio em diversas faixas de frequência. Utiliza-se também um “Aquecedor Ionosférico”, conhecido como “Instrumento de Investigação Ionosférica”, ele transmite frequências altas para modificar a ionosfera e entender os processos produzidos em sua composição.

Antenas de recepção e diagnóstico

As antenas do Instrumento de Investigação emitem sinais para altitudes entre 100 e 350 Km. Outros aparelhos do mesmo projeto são responsáveis pela recepção dos sinais, interpretando-os e permitindo a criação de relatórios sobre a dinâmica do plasma ionosférico e também sobre a interação entre o planeta e o sol.

Aquecendo a ionosfera: riscos?

O HAARP não é o único aquecedor ionosférico do planeta. Há também um localizado na Noruega e outro na Rússia. Todos eles realizam o mesmo processo: utilizam antenas de alta frequência para aquecer a ionosfera e criar uma aurora artificial.
Geradores de energia poderosos

Essa aurora artificial é muito aquecida, o que pode gerar elevação nas temperaturas em determinadas localidades do planeta. Em uma espécie de efeito estufa ionosférico, locais abaixo da ionosfera atingida pelas antenas do HAARP podem ter suas temperaturas elevadas em alguns graus centígrados.





Fontes:
Transcrição da Discussão no Parlamento Europeu sobre o HAARP
Techmundo

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Torres de alta escala


A Torre de Antena de TV mais alta do mundo!

  A antena KVLY, com 628,8m de altura, é a antena mais alta existente e a segunda estrutura mais alta do mundo, atrás apenas do edifício Burj Khalifa, em Dubai, que tem 828m.



O KVLY-TV é uma torre transmissora de televisão localizada em Dakota do Norte, EUA, usada pelo canal 11 da estação KVLY-TV de Fargo.


  A KVLY-TV Tower, em Blanchard, Dakota do Norte, um município de 26 pessoas ao norte de Fargo. Com 2.063 pés (628,8 metros), é a estrutura mais alta do hemisfério ocidental e a quarta mais alta estrutura do mundo.



Em alguns países, torres de transmissão de TV como estas, desconhecidas, mas às vezes recordistas, mantém milhões de norte-americanos conectados. E como a nossa forma de ver TV está mudando, a indústria por trás dessas estruturas imponentes enfrenta tempos turbulentos.



 A KVLY Tower cresce para fora do campo plano como uma agulha. É tão estreita que é apenas uma linha vertical no horizonte até você chegar perto. Construída em 1963, foi a estrutura mais alta do mundo por muitos anos.

“A nossa população não é exatamente muito densa aqui, então você precisa cobrir uma grande área para chegar ao número suficiente de pessoas”, diz Doug Jenson, o engenheiro-chefe na afiliada da NBC, que transmite a partir da torre. Blanchard, Dakota do Norte, é “apenas um pontinho na estrada”, diz.



Um elevador sobe a maior parte do caminho para o topo.
“Você pode ver as formas da pradaria, e embora haja uma espécie de neblina no horizonte, é muito legal”, diz Jenson. “Especialmente quando você tem outra torre de 2.000 pés pela qual você pode olhar”.
É isso mesmo — a cinco milhas de distância da KVLY Tower, há uma segunda torre de TV que atinge 2.060 pés (627 metros).


 
A KVLY Tower perdeu seu título da estrutura mais alta do mundo pela primeira vez em 1974, depois da conclusão do Warsaw Radio Mast, que chegou a 2.121 pés. Mas essa torre caiu em 1991, e nunca foi reconstruída com a mesma altura. KVLY foi novamente a estrutura mais alta do mundo até 2008, quando o arranha-céu Burj Khalifa, de 2.722 pés, foi construído em Dubai.
O Burj, a Tokyo Sky Tree e a Shanghai Tower, finalizada em 2013, são as únicas outras estruturas do mundo que chegam a mais de 2.000 pés, de acordo com o Conselho de Edifícios Altos e Habitat Urbano (em inglês: Council on Tall Buildings and Urban Habitat — CTBUH), o órgão oficial de arbitragem de edifícios e estruturas. Daniel Safarik, o editor de publicações do concelho, diz que seu grupo não acompanha torres de transmissão estaiadas. 
Em todo o mundo, outros arranha-céus estão próximos de ultrapassar a marca de 2.000 pés. A Kingdom Tower em Jedá, na Arábia Saudita, por exemplo, está projetada para alcançar um quilômetro de altura, ou 3.307 pés, em 2019.



Mas, em números absolutos de superaltas estruturas, os EUA bate todos os concorrentes. Isso se deve ao amor nacional pela televisão e pela topografia escancarada de grande parte do país. A maioria das torres estão situadas em localizações rurais, planas. Algumas são colocados estrategicamente para cobrir várias cidades, outras precisam ser tão altas por causa da baixa densidade populacional.


“Você também precisa de muito espaço para construir uma torre dessa altura, e as terras rurais são muito mais baratas”, diz Don Doty, CEO da Stainless LLC, a maior fabricante de torres altas de transmissão no país. (Cerca de metade das torres no país foram fabricados pela Stainless desde que a empresa foi fundada em 1947.)
 Torres de TV superaltas não são apenas um fenômeno rural, no entanto. Após os ataques de 11 de setembro, uma emissora de New York considerou a ideia de construir uma torre de transmissão com 2.000 pés a poucos quilômetros do centro de Manhattan, a fim de substituir a antena na torre norte do World Trade Center, que a maioria das estações de notícias locais utilizavam. Ao invés disso, decidiram usar a antena no topo do novo One World Trade Center.
Depois que um projeto de torre recebe aprovação da FCC, leva cerca de um ano para ser concluído. Enquanto a KVLY Tower custou US$ 50.000 para ser construída em 1963, uma torre simples de 2.000 pés hoje custa cerca de US$ 3 milhões. As partes da torre são fabricados fora do local e, em seguida, levantadas uma a uma. Finalmente, as antenas de transmissão são montadas e conectadas à torre, que é enfim ativada.


A indústria de construção de torres como um todo está se afastando da construção de antenas altas de TV. Muitas empresas estão focando em torres de celulares e dados sem fio, mais lucrativas, que possuem geralmente de 200 a 300 pés (60 a 90 metros).
“Nos últimos quatro ou cinco anos, houve realmente um ciclo de expansão neste setor”, diz Todd Schlekeway, o diretor-executivo da Associação Nacional de Montadores de Torres (em inglês: National Association of Tower Erectors — NATE), um grupo de indústrias. Em grande parte, isso é graças a operadoras de telefonia móvel que investem em redes 4G LTE.
Mas torres de radiodifusão (televisão e rádio) ficaram de fora do ‘boom’. “Já se viu a maior parte da força de trabalho migrar para trabalhos relacionados a telefonia celular”, ao invés de erguer novas torres de transmissão, diz Schlekeway.

 

 

 

 

Originalmente publicado por Casey Tolan 

Identificando seu rádio motorola GM300

Olá, tudo bem.
Neste artigo vamos conhecer as características técnicas do rádio GM300 produzido pela Motorola em meados dos anos 90/2000.
Um rádio de excelente construção, robusto, potente, de fácil manuseio.

Inicialmente começaremos pela etiqueta de informações.


Começando da esquerda pra direita, na primeira linha temos:
M=  All models (sigla de identificação Motorola)
3=  Potência do rádio, temos três tipos, 0 até 10watts, 3 até 25watts e 4 até 40watts
4=  Frequência do rádio, VHF ou UHF
GM=  All models (sigla de identificação Motorola)
C=  Tipo de frequência intermediária
2=  Espaçamento entre canais, de 12,5 @ 30 KHZ em VHF e de 12,5 @ 25KHZ em UHF
9C=  Modelo da placa lógica instalada, 2 canais (rádio modelo M120), 8 canais e 16 canais
3=  Faixa de frequência do rádio
A=  All models (sigla de identificação Motorola)

Aqui temos uma placa lógica do GM300, no canto esquerdo temos o microprocessador, no canto direito, temos (de baixo pra cima), o CI amplificador de saída, o transistor regulador de voltagem e o transistor comutador de TX.



Nesta próxima foto, temos a placa de RF, comumente conhecida como placa de RX/TX

Logo abaixo temos as telas dos softwares utilizados na programação e alinhamento do GM300. O primeiro é o Doctor rádio desenvolvido em uma interface baseada no Windows XP, o segundo é o tradicional Motorola RSS baseado em MS-DOS.






Download manual de serviço motorola GM300


Clique na imagem abaixo e faça o download do manual de serviço do rádio motorola GM300
Download service manual GM300.pdf




domingo, 1 de maio de 2016

Review motorola EM400

Repetidoras

Repetidoras são dispositivos que recebem um sinal de rádio e o retransmitem à uma distância relativamente maior. Para tal finalidade, são necessários alguns equipamentos que vamos descrever.

Vamos começar pena antena.
O sistema de antenas de uma repetidora é formado por duas antenas, uma designada pra recepção e a outra pra transmissão, um detalhe que devemos atentar é a posição das antenas na torre, elas devem estar posicionadas uma acima da outra, com uma distância mínima entre elas de pelo menos 3 metros.
Em hipótese nenhuma deve se instalar uma de frente a outra, pois a antena de transmissão irá interferir de no sistema de recepção causando um loop de transmissão e o sistema não repetirá nenhum sinal.

Filtros de cavidade
Com o passar dos tempos e com a evolução dos equipamentos, foi desenvolvido um filtro chamado de FILTRO DE CAVIDADE, este filtro tem a função de separar os sinais de transmissão e recepção em um único cabo, com isto, passamos à utilizar uma única antena e um único cabo no sistema repetidor.


Repetidora
A repetidora é onde o sinal recebido é amplificado e retransmitido. Ela pode ser formada por dois rádios ou apenas por um único aparelho.
O sistema formado por dois rádios, podemos dizer que é um "arranjo" desenvolvido pelo fabricante, para que os rádios pudessem ser utilizados para estes fins. Neste tipo de montagem, um cabo interliga o rádio receptor ao rádio transmissor, fazendo com que o áudio recebido seja modulado e retransmitido pelo segundo rádio (o rádio TX).
Repetidora formada por dois rádios

Repetidora formada por um único aparelho


Interface controladora 




Um detalhe neste tipo de sistema é que o sinal recebido é transmitido em uma frequência diferente ao sinal recebido, desta maneira não ocorre o loop de transmissão, onde o sinal recebido é transmitido pela própria repetidora, ocasionando falhas, neste sistema, largamente utilizado na faixa de VHF comercial, é muito eficaz, proporcionando comunicação à centenas de kilômetros, dependendo da localização geográfica da torre repetidora e a potência do sinal transmitido. Logo abaixo veremos alguns exemplos de torres repetidoras.
 Nesta primeira imagem, vemos que o alcance varia conforme o tipo de comunicação que está sendo utilizada, onde, o sistema ponto a ponto com rádios portáteis tem um alcance de 6km e o sistema com rádios móveis e repetidoras, alcançamos distâncias superiores aos 70km. Tomando como base os pontos 3 e 4 (na figura acima), notamos que o alcance da comunicação alcança distâncias próximas aos 100 km (considerando 30km do portátil à torre e 65km do móvel à torre). Utilizando dois rádios móveis interligados pela repetidora, chegamos facilmente aos 150km.




Nesta segunda imagem, notamos que o sistema de RX (recepção) e TX (transmissão) trabalham em frequências diferentes.






Fontes de alimentação
As fontes de alimentação tem papel importante em um sistema de repetidora, ela garante o funcionamento da repetidora e à protege em caso de oscilações de energia.
Possui um sistema "flutuador de carga" onde, ao mesmo tempo que mantém ligada a repetidora, carrega uma bateria de backup, que, em caso de falta de energia, esta bateria fornecerá energia para que a repetidora permaneça ligada.

















sábado, 30 de abril de 2016

Rib de programação radios motorola GM300, EM400, EM200

Este projeto descreve um circuito de fácil montagem que faz a programação de alguns rádios da linha motorola.
O conector DB09 conecta  a interface de programação à porta RS 232, neste tipo de interface a alimentação e proveniente do próprio rádio através do pino 4, a RS 232 não fornece alimentação ao circuito.
Com o software apropriado podemos configurar os seguintes rádios com esta interface: motorola GM300, M1225, EM200, EM400.
Os diodos zener são de 5,1 volts, o cabo de dados pode ser qualquer cabo de três vias.
Os transistores podem ser substituídos por transistores de uso geral, o 2N3906 podem ser substituídos por BC557, e o MPS2222 pode ser substituído por BC547.

UM DETALHE MUITO IMPORTANTE DEVE SER OBSERVADO: OS RADIOS DA LINHA EM200, EM400, M1225 NECESSITAM DA INSTALAÇÃO DE UM RESISTOR DE 1K LIGADO AOS PINOS 6 E 8 DO CONECTOR RJ45.



Neste link você poderá fazer o download de vários softwares de programação:
Clique aqui e faça o download dos softwares de programação Motorola